2/27/2009

Bohemia solta novas fotos de ArmA II

Novas imagens da continuação do hiper-realístico simulador de batalha Operation Flashpoint, jogo lançado em 2001 pela desenvolvedora tcheca Bohemia Interactive, foram demonstradas hoje.


Fora a ferramenta gráfica impressionante e os cenários expansivos, onde desfilam tanques e infantaria, a série é conhecida pela perspectiva extremamente fiel à realidade: a AI é agressiva e os soldados caem, muitas vezes, com um único tiro. Com a inteligência artificial melhorada em ArmA: Armed Assault II - baseado em um novo sistema que a companhia chama de “Micro AI”, os inimigos agora se comportam realisticamente em cenários de combate mais fechados, procurando se esconder em barricadas e prover a retaguarda dos aliados - os jogadores podem esperar um game de tiroteio desafiador, em que a paciência e a ação calculista e estratégica serão recompensadas. Os mapas, embora um pouco menores em comparação aos de Operation Flashpoint, contém uma complexidade admirável: há regiões urbanas, estradas e a geografia é mais detalhada e variada, algumas áreas sendo inclusive mapeadas a partir de regiões da República Tcheca.

O game está previsto para ser lançado para as plataformas PC, Xbox 360 e Playstation 3 ainda este ano.

Orgão nacional considera reclamações da Nintendo equivocadas

Conforme noticiado nesta sexta-feira (27/02) pelo jornal Folha de S.Paulo, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria declarou achar levianas e imprecisas as informações dadas pela empresa Nintendo, relacionadas ao combate ineficiente do comércio ilegal de seus produtos no país.

Luiz Paulo Barreto, presidente do Conselho, comentou que houve a retirada de 847.334 cd’s de jogos falsificados e 204.828 games de computador apenas no ano passado, sendo boa parcela desses da fabricante japonesa. Ele aponta que há uma tendência de queda na situação da pirataria no país, que já saiu da lista negra em avaliação norte-americana e agora ocupa lugar na “watch list” (lista de observação). Além disso, diz que as empresas também devem mudar sua estratégia comercial e rever seus preços, em um esforço conjunto com as políticas nacionais de combate à pirataria.

A cidade de São Paulo, porém, ainda é apontada como um grande pólo de comércio de produtos ilegais: o país perde cerca de R$ 30 bilhões em arrecadação com a atividade, segundo números estimados pelo Sindicato de Auditores da Receita Federal.

2/26/2009

Pirataria no Brasil preocupa Nintendo


Em nota para o site da United States Trade Representative (USTR) - um órgão equivalente ao Ministério de Comércio Exterior brasileiro – a empresa Nintendo colocou o Brasil na lista negra de países com problemas relacionados à pirataria.

Segundo o texto, produtos pirateados da companhia continuam dominando o mercado nacional, devido a uma política insatisfatória de averiguação e punição quanto ao uso indevido de propriedade intelectual, além de taxas e tarifas inadequadas, que aumentam a diferença entre o preço do produto pirata e do original. Indica ainda que, embora o país tenha reportado um aumento nos esforços anti-pirataria em 2007, a parcela de produtos Nintendo falsificados no mercado aumentou em quase 10% entre 2006 e 2007.

A nota critica os esforços anti-pirataria no país, afirmando que, apesar de muitos estabelecimentos ilegais terem sido fechados pelas autoridades nos últimos anos, pouco foi feito para rastrear distribuidores responsáveis. Critica também a falta de vistoria e patrulhamento na fronteira com o Paraguai. A nota conclui que o mercado de games no país tem grande potencial, mas está minado por um complicado sistema de taxas que aumenta o preço de produtos autênticos da companhia e pelas políticas ineficientes de proteção de trademarks.

A Nintendo of America mostra ainda preocupação com o mercado na China, Hong Kong, Coréia, México e Paraguai e recomenda uma maior preocupação com a proteção dos direitos de copyright e do uso devido de propriedades intelectuais.